“Amor, Liberdade e Censura: Livros que Não se Calaram” propõe uma reflexão sobre como o amor e a liberdade, enquanto forças íntimas e políticas, se confrontam com diferentes formas de censura. A sessão questiona os limites da expressão e o papel da literatura na resistência às pressões sociais, morais e políticas.
Com base na experiência de João Habitualmente (Luís Fernandes), poeta, psicólogo e académico, a conversa explora mecanismos que silenciam ou condicionam a palavra — da censura explícita à autocensura —, combinando análise literária e perspetiva científica. Para reforçar a dimensão performativa da linguagem, participam ainda os dizedores de poesia (IN)COMUM, criando momentos de leitura e escuta que ligam a literatura à experiência viva de liberdade.
Dia 12 de fevereiro, às 21h00, na Livraria Lello Porto.
Inscrições obrigatórias.